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Restaurantes brasileiros redefinem o que é luxo

Comida de qualidade, ambiente descontraído e preço alto.

Por Maria da Paz Trefaut — Para o Valor, de São Paulo.


Felipe Bronze, dono do Oro, no Rio: “O fio da navalha do serviço é não confundir informalidade com ineficiência” — Foto: Ana Branco/Agência O Globo
Felipe Bronze, dono do Oro, no Rio: “O fio da navalha do serviço é não confundir informalidade com ineficiência” — Foto: Ana Branco/Agência O Globo

O conceito de luxo é cada vez mais discutível. No mundo e, por tabela, no Brasil, fala-se em novo luxo e em pós-luxo. Há quem deteste a palavra e diga que luxo é tempo ou a possibilidade de dizer não. O chef carioca Felipe Bronze, dono do Oro, cujo tíquete médio é de R$ 850 per capita, diz a propósito do restaurante que comanda no Leblon e que possui duas estrelas Michelin: “É um lugar informal, só é caro. Antigamente, para ir num restaurante como esse, você tinha que se arrumar, colocar um blazer. Hoje não, você pode sair relaxado de casa. Meu conceito é exatamente esse.”

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